Quando
estava para casar “ser submissa” era
algo tão difícil de entender, ficava tão revoltada com esse assunto, até que
Deus me presenteou com um pastor que explicou os papéis estabelecidos pelo
Senhor para o homem e para mulher.
Aquele
aconselhamento mudou nossa história, achei o papel do homem tão complicado,
amar como Cristo amou, que fiquei feliz achando que meu papel seria bem mais
fácil.
Vós,
mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; Porque o marido é a
cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o
salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo,
assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Vós, maridos,
amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se
entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela
palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga,
nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar
as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher,
ama-se a si mesmo. Efésios
5:22-28
Submissão
é a resposta natural da liderança em amor. Quando o marido ama a sua esposa
como Cristo ama a igreja, então a submissão é a resposta natural da esposa a
seu marido. A palavra grega traduzida submeter (Hupotasso) é a forma contínua
do verbo. Isto significa que se submeter a Deus, nossos líderes e nosso esposo
não é uma decisão de um momento apenas, mas uma atitude contínua que se torna
um padrão de comportamento.
A mulher
foi feita de uma costela retirada do lado de Adão; não feita de sua cabeça para
governá-lo ou de seus pés para ser por ele pisada, mas de seu lado, para ser
igual a ele, sob seu braço para ser protegida e perto de seu coração para ser
amada.
Submissão - sobre a mesma missão ou
rebelde – ou a feiticeira?
1 Samuel
15:23 diz: “Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria...”
A
feitiçaria dentro do casamento quer obter resultados, favores ou objetivos que em geral não são da vontade do outro, nem
objetivo comum do casal.
O enfeitiçado
por sua vez não faz aquilo que realmente gostaria de fazer, mas faz o que a
força que está sobre sua vida o dirige a fazer. O espírito que comanda essa
desordem toda é o mesmo que agiu em Adão e Eva, rebeldia.
Lembrei
do seriado que assistia quando era criança: “A Feiticeira”. A esposa era cheia das boas intenções, só queria
agradar, só queria o melhor, e o marido... bem era o enfeitiçado, o “banana”.
Não que
haja problema em querer agradar, ter boas intenções ... Mas que nossos olhos e
corações não sejam enganados com atitudes como:
Ø Convenço, dou um jeitinho, seduzo a mente pra ser feita minha vontade.Ø Conturbo o ambiente, saboto o objetivo, afinal não é o que eu quero.
Ø Prefiro sofrer a ceder, chorar, espernear, entrar em crise, depressão mas não se curvar.
Ø Explodo, tenho acesso de raiva por não aceitar autoridade.
Já o
marido deve agir como sacerdote do lar, tem que assumir a posição de lider, ter
palavra, ser amoroso mas decidido, este papel somente pode ser exercido por
ele, porque se não for ele alguém (a feitiçaria) assumirá a liderança do lar e não
será nada bom.
Ore peça perdão
e direção ao Senhor para assumir seu papel e desfrutar de um casamento muito
mais feliz.Pra. Rosana Santana